Mostrando postagens com marcador Disciplina. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Disciplina. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 26 de julho de 2013

Ecológico Lógico e Portal Educação - Conhecimento Para Mudar a Sua Vida!

O Blog Ecológico Lógico é afiliado do Portal Educação!
O Portal Educação conta com uma equipe de mais de 150 colaboradores, integrados e satisfeitos, com uma única missão: tornar o aprendizado empolgante e universalmente acessível para potencializar a capacidade humana, mantendo nossos valores em excelência da gestão. Focado na Política de Qualidade de melhoria contínua, somos mantenedores de instituições renomadas, como a Associação Brasileira de Ensino a Distância (ABED) e fazemos parte da organização Endeavor de empreendedores de alto impacto.
O desenvolvimento contínuo do relacionamento com o cliente faz parte da cultura da empresa, e por meio dos canais de atendimento, redes sociais e programas como o Programa Fidelidade e-Duc e o Programa afiliados com uma rede de mais de 4.000 sites e blogs, buscamos todos os dias a excelência na qualidade do atendimento.
Faça já a sua inscrição são MAIS DE 1000 CURSOS ONLINE EM 30 ÁREAS DO CONHECIMENTO!!

 Cursos Online na área de Ciências Agrárias e da Terra Cursos Online na área de Ciências Biológicas e da Saúde Cursos Online na área de Ciências Exatas e Tecnologia Cursos Online na área de Ciências Humanas e Sociais


É por isso que adoramos falar e comprovar, 
Portal Educação é conhecimento para mudar sua vida.

segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

Texto- Educação um modelo antigo!

Imagine que um cidadão tivesse dormido um século e acordasse em pleno século XXI. O mundo seria uma grande surpresa para ele: aviões, celulares, arranha-céus. Ao entrar numa casa, ele não conseguiria entender o que é uma televisão ou um computador. Poderia maravilhar-se com uma barra de chocolate, escandalizar-se com os biquínis das moças, perder-se num shopping center. Mas, quando ele se deparasse com uma escola, finalmente teria uma sensação de tranquilidade. “Ah, Isso eu conheço!”, pensaria ao ver um professor com um giz na mão em frente de vários alunos de cadernos abertos. “É igualzinho à escola que eu frequentei” (Revista Época - Nº 466, pág. 90).

Esta é uma história contada nos cursos de qualificação para professores, com a finalidade de mostrar que, enquanto o mundo ao nosso redor muda, em grande velocidade, a escola conserva um modelo antigo e que evolui muito pouco diante das nossas necessidades. Podemos ver alguns exemplos disto nesta reportagem da revista Época. Ela traz informações a respeito de mudanças sociais e econômicas que têm acontecido nas últimas décadas e que exigem uma reformulação da educação.

segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

“A ciência do peixe”


Era uma vez um pescador chamado João Firmino, mais conhecido como Seu Firmino, o pescador. Morava numa comunidade, às margens de um belo rio com um bom volume de água e boa extensão. Desse rio, ele tirava não só o alimento de todos os dias para si e sua família, como também vendia os peixes para garantir a sobrevivência deles. Seu Firmino era casado com D. Juvanete e tinha uma filhinha chamada Jandira. Viviam de forma simples e nada lhes faltava. Porém, sentia-se bastante intrigado com algo que sua esposa fazia há dez anos, desde o início de seu casamento, mas nunca teve coragem para perguntar-lhe o porquê de tal prática. O mais interessante de tudo isto é que ao ouvir essa história pela primeira vez, lembrei-me de vários momentos (na escola) em que estive diante de uma pessoa com quem convivia há algum tempo (o professor) e, mesmo com uma boa relação, ainda pensava duas vezes antes de perguntar-lhe algo.
Você já passou por isto? O que nos leva a evitar uma pergunta ao professor? É claro que nem todas as pessoas passam por isto, mas esta é a realidade de muitos alunos. No meu caso, era vergonha. Tinha medo do que os outros iriam achar, pois não sabia se a minha pergunta era inteligente ou se demonstrava a minha falta de conhecimento sobre o assunto. Se você já passou por isto, pense no motivo que o impediu de perguntar. Retomemos a nossa história. Firmino tinha uma pergunta para fazer a sua esposa. Certo dia, na hora do almoço, ele olhou para a panela cheia de peixe cozido (todos cortados ao meio) e disse:
- Juzinha, minha filha, quero te perguntar uma coisa...
- Diga, Firmino
- Eu queria que você me explicasse a razão de preparar o peixe da mesma forma há dez anos?
- Como é? – questionou a esposa sem entender nada, olhando para Firmino.
- É que há dez anos você corta o peixe em duas bandas para cozinhá-lo. Sempre em duas bandas!!! Eu não entendo! Deve haver uma razão para isto, você muda o molho, mas sempre prepara o peixe da mesma forma, cortado ao meio!!!
- Haa! É isto?! É simples, Firmino. É a ciência do peixe.
- Como assim? Deve haver alguma explicação para isto!
- É como eu disse, é a ciência do peixe. A minha mãe me ensinou assim, e é assim que é feito.
- Não estou conformado!
Firmino então pegou o seu barco e desceu o rio. Foi até a casa da sogra em busca de uma resposta satisfatória. Ao chegar à casa da sogra, foi recebido por ela com um sorriso no rosto.
Firmino logo explicou-lhe o motivo da visita e ela, com outro sorriso, disse-lhe:
- Não acredito que você veio até aqui só para saber o porquê de o peixe ser cortado ao meio na hora de ser cozido!!!
- É isso mesmo, estou querendo muito saber. A senhora pode me responder?
- Claro!!! Aprendi isto ainda pequena. É muito simples, ele é cortado assim porque esta é a maneira que se faz , é a ciência do peixe.
Firmino quase engasgou e disse:
- Olhe, não quero saber de ciência alguma. Eu quero saber o porquê de o peixe sempre ficar cortado ao meio! Qual o MOTIVO?
- Olha, Firmino, esta é a ciência do peixe. Foi minha mãe que me ensinou, ela mostrou como se fazia e eu mostrei a minha filha. É assim que se faz, é a ciência do peixe!
Firmino não pensou duas vezes, pegou o barco e desceu o rio ao encontro da avó de sua esposa. Desta vez ele tinha certeza de que encontraria uma resposta satisfatória.
Ao chegar à casa da avó de sua esposa, a nobre senhora, conhecida como Dona Antiga, saiu e o atendeu. Mais uma vez ele narrou o acontecido e a senhora sorriu:
-  Não acredito que você veio aqui para isto!
- Sim, vim em busca de uma resposta. A senhora pode me explicar?
Nisto, ela respondeu algo que deixou Firmino mais intrigado.
- Não acredito que ainda fazem o peixe assim.
E Firmino respondeu assustado e surpreso:
- Como assim? O que a senhora quer dizer com isto?
- É que na minha época, meu filho, as panelas eram de barro e pequenas, então tínhamos que cortar o peixe ao meio para caber dentro delas, mas hoje não precisa porque as panelas são grandes.

Com isto, chega ao fim à busca de Firmino por uma resposta satisfatória.

Moral da história: Seja motivado em tudo que você faz, busque o aprendizado, o saber. É importante atentar que esta história nos mostra, de forma lúdica, que fazemos e aprendemos muitas coisas simplesmente sem saber o motivo de elas serem daquela forma e, sendo assim, surge a repetição, a cristalização e a perda da espontaneidade.

Gostou da história? Comente!

segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

Você Sabia?


Efeito Estufa- Mocinho ou Bandido?


 Em geral, quando a expressão “efeito estufa” aparece em jornais ou revistas, a primeira imagem que nos vem à cabeça é a do grande vilão responsável pelo aquecimento global. O roteiro dessa história, contudo, é bem diferente: na verdade, o efeito estufa é um fenômeno natural que mantém o planeta aquecido nos limites de temperatura necessários para a manutenção da vida- sem ele, a superfície terrestre seria simplesmente coberta pelo gelo.

O fenômeno ocorre graças a gases como carbono, que existem naturalmente na atmosfera e formam uma redoma protetora que impede a dissipação para o espaço de parte da radiação vinda do sol. É o aumento anormal desse “cobertor” atmosférico- fruto, sobretudo, da emissão de gases poluentes e da queima de florestas pelo homem- que provoca o aquecimento global.

segunda-feira, 28 de novembro de 2011

A representação cartográfica dos fatos biogeográficos: sua importância e atualidade.

A representação cartográfica proporciona um recurso importante para a interpretação e compreensão do meio ambiente, onde representa e fornece dados seguros sobre determinados aspectos ambientais.
A dinâmica acelerada da ocupação de terras e da consequente organização do espaço exige registro cartográfico, principalmente nos países tropicais em desenvolvimento, onde estes fatos são muito importantes. As representações podem apresentar aspectos como: Cartas de inventario que representam levantamentos de formações vegetais, Cartas da dinâmica populacional que representam a expansão ou retração do espaço ocupado por apenas uma espécie ou toda uma geobiocenose, Cartas de vulnerabilidade que representam os parâmetros que devem ser respeitados, Cartas de impactos ou de alterações representam o grau de interferência antrópica e Cartas temáticas e/ou especiais representam determinado aspecto da biosfera. Com o avanço da tecnologia hoje temos a nosso alcance diferentes recursos e metodologias para a realização destas cartas. Temos imagens de satélite, de alta e baixa resolução, a seleção desta dependera do objeto, e as áreas de estudo têm cartas topográficas e fotografias aéreas.
A disposição destes recursos e a facilidade para a obtenção possibilitam um crescimento nesta área de conhecimento.

Autor: Claudson Santana

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

África – O Rico Continente Pobre

Há séculos explorada pelas potências mundiais, a África é o continente menos desenvolvido do planeta, apesar de possuir enormes riquezas minerais e energéticas.

A situação vem se tornando cada vez mais comum em países como Angola, Nigéria, República Democrática do Congo (RDC) e Sudão: a presença de operários chineses nos diversos canteiros de obra espalhados por essas nações africanas. Desde o inicio do século, quando o governo de Pequim passou a investir maciçamente na África, pelo menos meio milhão de chineses já desembarcaram no continente. Além de expandir a precária infraestrutura local, eles ajudam a extrair petróleo e outras matérias-primas de que a China necessita para sustentar o crescimento de sua economia. Não é de hoje que o mundo está de olho nas riquezas africanas.

Desde o século XV, quando os europeus iniciaram a ocupação da África, o continente vem sendo ilhado. Afinal, lá estão 75% do cobalto, dois terços dos diamantes, mais da metade do ouro e um terço do urânio de todo o planeta. Estima-se que possam ser extraídos no continente africano 125 bilhões de barris de petróleo, o que representa cerca de 10% das reservas mundiais.

O fato dessa riqueza ainda não ter sido usada para acabar com a miséria e elevar o padrão de vida da população é um dos componentes mais cruéis da tragédia africana. Para agravar a situação, os recursos naturais africanos são alvos de disputas entre milícias rebeldes e governos frágeis com interesses frequentes de empresas de fora, ajudando a fomentar diversos conflitos no continente.

segunda-feira, 14 de novembro de 2011

Mercantilismo, Colônia, Escravismo e cultura do açúcar no Brasil Colonial

O Mercantilismo é um conjunto de prática econômica, caracterizado pelo controle das importações e exportações, favorecendo para uma balança comercial positiva. O período colonial foi de grande importância para a economia europeia, onde as colônias existiam para suprir as necessidades metropolitanas; O Brasil foi uma dessas colônias que abasteciam os mercados europeus, a pratica da navegação à procura de novas terras de onde extraiam matérias primas, como também a procura de ouro e prata, a fim de aumentarem suas riquezas. O açúcar era visto como especiaria e alcançava altos preços no mercado, onde abastecia a metrópole e para o cultivo e manejo da cana de açúcar necessitava de mão de obra é ai que entra os escravos negros trazidos do continente africano, que eram trocados por bugigangas e eram tidos como mercadorias que podiam ser vendidos, trocados. O trafico negreiro dava lucros para a coroa portuguesa. E como Antonil disse os escravos: “eram as mãos e os pés dos senhores de engenho”.

Autor: Claudson Santana

domingo, 28 de agosto de 2011

O Homem e a Natureza

Tudo que está ao nosso redor advém da natureza, ela é a condição fundamental para a sobrevivência humana, desde seu estágio natural até a sua transformação executada pela ação humana. A interferência do homem na natureza é indispensável para a continuidade do funcionamento da sociedade, mas por outro lado é preciso lembrar que a natureza e seus recursos são esgotáveis e que necessita de respeito e cuidados especiais. O Homem e a Natureza eram a mesma coisa no passado, onde havia uma maior conscientização nos recursos naturais que extraiam para os bens de consumo; os fenômenos da natureza eram tidos como Deuses tais como: Deus do Sol, Deus da Lua, Deus do Vento, Deus do Trovão etc.O medo da vingança dos deuses era o moderador do comportamento dessas pessoas, impedindo uma intervenção desastrosa, ou, sem uma justificativa plausível ante a destruição natural. Com o passar do tempo o homem passou a ver a natureza como uma coisa distinta a eles, começaram a explorá-la sem pensar nas consequências, onde buscavam riqueza e poder, apropriando-se dos recursos naturais da natureza que é o seu meio de sobrevivência e o seu habitat, com essa exploração desenfreada surgi os problemas ambientais (postarei em breve sobre esse assunto), quem sofre com os efeitos dessa exploração é o próprio homem. Devemos nos conscientizar de que precisamos da natureza para sobreviver, para uma boa qualidade de vida e preservá-la para a continuação da vida humana. As Gerações futuras agradecem!



Por: Claudson Santana
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...