quinta-feira, 11 de abril de 2013

Artesanato com palitos de picolé - Lembrancinha "Dia das Mães".

A Nossa Leitora Patricia Ieq entrou em contato com a gente querendo saber como fazer um Porta-Jóias para dar de lembrancinha no Dia das Mães!!!Seja criativo e surpreenda sua mãe!
É uma ótima ideia de presente nessa data tão especial, sua mãe vai amar e a natureza agradece...
Obrigado pela sugestão e por ter entrado em contato Patricia!
Atendendo ao pedido dela, postamos agora um vídeo explicativo, com o passo-a-passo da peça!!!

       

Ecológico Lógico
-Conquistando Corações-

sábado, 23 de março de 2013

Veja imagens da Hora do Planeta

Cidades de todo o mundo apagam as luzes, às 20h30 (horário local), de monumentos, prédios públicos e casas por 1 hora para alertar sobre o perigo do aquecimento global

A Hora do Planeta acontece pelo sétimo ano consecutivo neste sábado (23) e a organização não governamental internacional World Wildlife Fund (WWF) pede a milhões de pessoas que participem da iniciativa ao redor do mundo.
Capitais do planeta apagam por uma hora, às 20h30 (horário local) as luzes de monumentos e prédios públicos para alertar sobre o perigo do aquecimento global. No Brasil, 22 capitais e 72 municípios participam da iniciativa.

Veja as fotos da Hora do Planeta pelo mundo:
 As luzes da ponte da baía de Sydney acesas, na Austrália, antes da Hora do Planeta. Foto: Reuters
A ponte da baía de Sydney apagada, na Austrália (6h30 no Horário de Brasília). Foto: Reuters
Ópera de Sydney, na Austrália, com as luzes acesas antes da Hora do Planeta. Foto: Reuters
Ópera de Sidney apagada após Hora do Planeta às 20h30 (6h30 em Brasília). Foto: Reuters
 Parque de diversões Luna Park, em Sydney, Austrália, antes da Hora do Planeta. Foto: Reuters
Parque de diversões, Luna Park, em Sydney, com as luzes todas apagadas na Hora do Planeta (6h30 em Brasília). Foto: Reuters

Vinte e duas capitais brasileiras vão participar da Hora do Planeta

Iniciativa de apagar às luzes por uma hora neste sábado acontece em todo o mundo e tem o objetivo de alertar sobre o perigo do aquecimento global

A Hora do Planeta acontece pelo sétimo ano consecutivo neste sábado (23) e a organização não governamental internacional World Wildlife Fund (WWF)está chamando milhões de pessoas a participarem da iniciativa em todo o mundo. No Brasil, 22 capitais brasileiras e 72 municípios confirmaram que vão apagar, das 20h30 às 21h30, a luz de monumentos, prédios públicos e residências, na ação que pretende alertar o mundo do perigo do aquecimento global .
Celebridades e anônimos vão realizar desafios inesperados pela Hora do Planeta. Na campanha “Eu vou se você for”, Gaby Amarantos promete ficar um dia sem internet se mil pessoas curtirem a foto da cantora vestindo a camisa da Hora no Planeta no Instagram.
Algumas empresas também vão participar da iniciativa. Uma loja de roupas brasileira vai tirar seu  site de e-commerce do ar das 20h30 às 21h30.
No ano passado, a ação teve adesão recorde de mais de 6.525 cidades e municípios em 150 países e territórios em todo o mundo. No Brasil, foram 580 monumentos com suas luzes apagadas em 133 cidades.
De acordo com o WWF, o mundo está usando o equivalente a um planeta e meio para sustentar a vida na Terra. Com a ação, eles pretendem que as pessoas pensem por uma hora o que fazer para mudar esta situação e proteger o planeta nas próximas horas deste ano.

sexta-feira, 22 de março de 2013

Dia Mundial da Água

Data quer conscientizar para a importância do recurso na natureza e na vida cotidiana


No dia 22 de março, organizações, empresas e governos se reúnem para comemorar o Dia Mundial da Água. 
Fundamentalmente para a manutenção da vida na Terra, rios, lagoas, mares e oceanos são habitat de várias espécies , meio de transporte e ganha-pão de vários povos, e fundamentais para o equilíbrio do clima na Terra. A escassez de água limpa pode ter impactos profundos para a sobrevivência do homem no planeta.

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

Floresta amazônica é mais resistente ao aquecimento global, diz estudo

Equipe britânica afirma ser pouco provável que florestas tropicais se extingam por causa das mudanças climáticas



Pesquisadores britânicos chegaram a conclusão de que a floresta Amazônica é mais resistente ao aquecimento global do que se esperava. A boa notícia veio após uma série de modelos matemáticos que levou em conta um eventual aumento da emissão de CO 2 por conta do maior uso de combustíveis fósseis, mais desmatamento e consequências de fenômenos climáticos como o El Niño e La Niña.
“É pouco provável que o aquecimento global vá extinguir a floresta Amazônica ou outra floresta tropical. Isto é uma boa notícia”, disse Peter Cox , professor de dinâmica do sistema climático da Universidade de Exeter, no Reino Unido e autor principal do estudo publicado esta semana no periódico científico Nature .
De acordo com o estudo, para cada 1º C aumentado na temperatura dos trópicos são liberados 50 bilhões de toneladas de carbono. Algo bem menos expressivo que o previsto em estudos anteriores. "Felizmente, essa liberação de carbono é combatida pelos efeitos positivos da fertilização de dióxido de carbono no crescimento das plantas na maioria dos cenários do século 21, de modo que as florestas globais devem continuar a acumular carbono", disse Cox.
Para entender a relação entre florestas e dióxido de carbono na atmosfera é preciso levar em conta que as florestas são capazes de transferir carbono da atmosfera para sedimentos, onde fica estocado por séculos. É o fenômeno da fotossíntese, que faz com que plantas processem o dióxido de carbono (CO 2 ) e água em compostos orgânicos, produzindo oxigênio (O 2 ). Com isto os níveis recordes de gases causadores do efeito estufa – incluindo principalmente o dióxido de carbono – são reduzidos.
Porém, com a morte das árvores, parte do dióxido de carbono na atmosfera não é absorvida, e ainda por cima uma quantidade extra do gás é liberada na atmosfera por causa da decomposição da árvore, o que pode piorar o aquecimento global.
Cox explica que o que difere o seu modelo dos anteriores, e que são muito mais catastróficos quanto ao aumento do aquecimento global, é que ele observou as mudanças climáticas ano a ano e não a média no longo prazo. A equipe de pesquisadores analisou a variação da concentração de dióxido de carbono na atmosfera e relacionou com o montante de carbono armazenado nas florestas tropicais. Com isto, eles descobriram que mesmo os modelos climáticos que previam o fim das florestas tropicais por causa das mudanças climáticas também tinham uma larga variação de ano para ano. Já os modelos em que as florestas tropicais eram menos sensíveis às mudanças climáticas apresentavam “uma variação mais realista” da variação de dióxido de carbono.
Os autores também conseguiram avaliar esta relação até mesmo em anos considerados anômalos, como por exemplo, os anos com a presença dos fenômenos climáticos El Niño ou La Niña – quando o aquecimento ou esfriamento das águas do Pacífico alteram os padrões do clima em todo o mundo.
“Quanto mais liberamos CO 2 no ar, seja por combustíveis fósseis ou desmatamento, mais temos aquecimento”, afirmou Cox. O pesquisador explica que esta relação permite prever o aquecimento global a partir da liberação de CO 2 . Porém, existem também outras variáveis, como por exemplo, a seca que atingiu a Amazônia entre 2005 e 2010 . “Por causa da forte seca, causada em grande parte por causa do fenômeno El Niño, árvores morreram resultando em maior liberação de CO 2 . Porém no período de ocorrência da La Niña, pudemos observar que o armazenamento de CO 2 é bem maior”, disse.

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